Oh, maldito número que assombra meu sono,
Tão solitário, és o ímpar do meu destino,
Pluma frágil, leve e perdida,
Carregando o peso de uma vida.
Hoje encaro tua visão sombria,
Que me traz memórias de agonia.
Arrependo-me de querer fugir,
De tentar lutar, querendo resistir.
Num instante, num clique, tudo se foi,
O tempo passou, e o vazio ficou.
É o reflexo de quem sou, enfim,
Mais um numero, só, perdido dentro de mim.

